Segundo a S&P Global Platts Analytics, um sentimento positivo pós-COP26 tem levado os preços a patamares recordes. A lógica dominante é a de que muitos países ou mesmo empresas que não tem acesso à fontes renováveis de energia, em grande escala, como é o caso do Brasil, terão que mitigar suas emissões através da compra de créditos de carbono. O Brasil atingiu a marca de 20,1 GW de energia eólica, no ultimo sábado ( 20/11), com a entrada de 45 MW liberados pela ANEEL, atingindo cerca de 11% da matriz elétrica. Muito relevante!

As unidades de crédito de carbono da Austrália, ou ACCUs, alcançaram um recorde de US$ 27,63/mtCO2e em 17 de novembro. Os preços subiram mais de 95% desde o início de julho, acompanhando a demanda global por créditos de carbono desde a segunda metade do ano.
O país tem expandido os tipos de projetos elegíveis para gerar ACCUs, abrangendo cada vez mais novas tecnologias e métodos. O governo também implementou políticas para simplificar as práticas de registro e comercialização para reduzir as barreiras de entrada no mercado.
Isso atrai agricultores locais para fornecer ACCUs de reflorestamento, sequestro de carbono do solo e outros métodos, dizem os analistas da Platts. Fonte: Diálogos da Transição-Epbr