Empregos no setor de renováveis crescem e puxam desafios para transição justa

O Brasil tem uma excelente oportunidade de criar empregos de qualidade na área de energia renováveis. Já tratamos disso neste blog, e para reforçar vejam a situação no mundo : O setor de energia renovável empregou 12 milhões de pessoas em 2020, com a geração de cerca de 500 mil novos postos de trabalho, e teve um desempenho melhor do que a energia fóssil durante a pandemia Covid-19, indica a Agência Internacional de Energia Renovável (Irena, em inglês).

A expectativa é que, até 2050, o segmento de renováveis seja responsável por 43 milhões de empregos — dos 122 milhões de trabalhadores no setor de energia. 

Fonte: Diálogos da Transição/Epbr

O setor de energia renovável empregou 12 milhões de pessoas em 2020, com a geração de cerca de 500 mil novos postos de trabalho, e teve um desempenho melhor do que a energia fóssil durante a pandemia Covid-19, indica a Agência Internacional de Energia Renovável (Irena, em inglês).

A expectativa é que, até 2050, o segmento de renováveis seja responsável por 43 milhões de empregos — dos 122 milhões de trabalhadores no setor de energia. 

Apesar dos números positivos, ainda há um longo caminho a ser percorrido para alcançar a chamada transição justa.

A transição energética revelou a necessidade de expandir a qualificação em todas as regiões do mundo para criar uma força de trabalho especializada. Atender a essa necessidade exigirá mais treinamento vocacional, currículos mais sólidos e maior treinamento de instrutores. 

Na outra ponta, será preciso garantir empregos decentes, diversidade de gênero, inclusão de minorias e oportunidades adequadas para jovens nessa equação. 

“Empregos decentes não serão criados automaticamente na transição energética; o apoio político ambicioso e os investimentos em uma transição energética orientada para o futuro, segura para o clima e justa precisarão ser sustentados e expandidos”, diz a Irena.

De acordo com a análise, as estruturas salariais variam enormemente entre países e segmentos. Uma grande parte da cadeia de abastecimento de bioenergia, por exemplo, emprega trabalhadores agrícolas de baixa remuneração e condições de trabalho perigosas, alerta.

“Estruturas políticas abrangentes baseadas em um diálogo social eficaz devem usar incentivos do mercado de trabalho para abrir novas possibilidades para trabalhadores que perdem empregos na energia convencional, juntamente com políticas industriais e empresariais para alavancar as indústrias domésticas existentes”, completa.

O relatório da agência aponta ainda para a falta de integração entre conteúdo local e emprego local, especialmente no segmento de geração eólica onde serão necessários mais esforços e acordos de contratação, desenvolvimento técnico e capacitação da população onde os projetos são instalados

Perfil dos empregos em renováveis em 2020 (Irena):

  • Com 4 milhões de trabalhadores, a indústria solar fotovoltaica gerou pouco mais de 200 mil novos empregos em 2020, e se mantém como o segmento que mais emprega.
  • Já os empregos na área de biocombustíveis caíram ligeiramente em todo o mundo para 2,4 milhões (de 2,5 milhões em 2019), devido às reduções na demanda durante a pandemia, preços mais baixos para combustíveis fósseis e algumas políticas adversas. Exemplo do Brasil, que tem reduzido o percentual obrigatório de biodiesel no diesel.

Eólica subiu de 1,17 milhão em 2019 para 1,25 milhão de postos de trabalho em 2020, sendo um número crescente nas operações e manutenção e na energia eólica offshore

Gerenciamento dos Ecossistemas Florestais- O papel das Comunidades Indígenas.

“As florestas ao redor do mundo desempenham um papel critico na manutenção dos sistemas climáticos. Os povos indígenas e as comunidades locais que dependem delas e as protegem, deveriam receber maior reconhecimento e suporte .”

Desflorestamento e degradação das florestas tropicais representam mais de 15% da emissão global de gases efeito estufa. No Brasil representam mais de 40%.

Source: ‘Falling Short’ 2021 Rainforest Foundation Norway.

Apenas um terço das florestas mundiais remanescentes, detêm uma importância capital no planejamento para limitar a 1.5°C o aquecimento global, fato este reconhecido pelo Pacto de Glasgow. A interação entre as florestas, a biodiversidade e manejo ambiental, indica a necessidade de maior atenção a estes temas como preocupação central para o futuro da estabilidade climática.

As próprias florestas , e seus habitantes humanos – Os Povos Indígenas e as suas Comunidades Locais (IPLCs – Indigenous Peoples and Local Communities ) – se evolvem conjuntamente, cada uma sendo um produto da outra. As IPLCs desempenham uma estrategia de manejo sustentável, contribuindo profundamente para a conservação da biodiversidade local.

Onde suas atividades recebem suporte, a taxa de desflorestamento é menor. As IPLCs gestionam pelo menos 17% da estocagem global de carbono, igual a 33 vezes o total global de emissões de gases efeito estufa em 2017.

Independente de suas contribuições, as terras e cultura das Comunidades Indígenas estão sob ataque, e seus serviços na maioria das vezes não tem apoio financeiro. Financiamento direto das nações e órgãos governamentais são raros, e usualmente os canais que são utilizados são as agencias da ONU ou ONGs nacionais e internacionais.

A segurança das terras indígenas é o pivô central para a sustentação das florestas, permitindo que as Comunidades Indígenas continuem a trabalhar. Programas de sustentação das terras e gerenciamento dos recursos florestais atraem aproximadamente US$270 milhões por ano; sendo que somente 17% direcionados as Comunidades Indígenas para a implementação de programas de apoio.

Somente 11% do “funding” recebido objetiva a a segurança das terras – contra uma estimativa dos recursos requeridos da ordem de US$8 bilhões. Sem garantia do uso do solo, as Comunidades Indígenas vão perder suas terras, assim como suas florestas continuarão a encolher. O custo de perdas humanas é incalculável; o clima global depende fundamentalmente do manejo destes recursos florestais.


As IPLCs necessitam, urgentemente de financiamento e suporte politico, e nós o planeta, necessitamos urgentemente que eles recebam este suporte.

Eles oferecem para nos uma esperança para reparar o relacionamento da humanidade com a natureza.

Crise de confiança ameaça resultados da COP26, diz relatório do Climate Crisis Advisory Group

Após um certo clima de euforia, pós-COP 26 onde se olhou o “copo meio cheio” pelo fato da Conferencia ter ocorrido e algumas das etapas previstas no Acordo de Paris, terem sido realizadas; agora se começa o olhar “o copo meio vazio”. Relatório publicado hoje (25) pelo Climate Crisis Advisory Group (CCAG) adverte que a quebra de confiança no sistema internacional coloca em risco os esforços para resolver a crise climática após a COP26. Créditos: Diálogos da Transição/Epbr

Segundo o documento a confiança no Pacto de Glasgow falhou profundamente em dois aspectos:

  • fornecimento de fundos pelas nações mais ricas para ajudar as nações menos favorecidas a lidar com os impactos da crise climática; e
  • compensação por perdas e danos sofridos pelos países mais pobres à medida que as nações mais ricas continuam com seus estilos de vida, fazendo modificações apenas quando sua qualidade de vida não é significativamente afetada.

“Embora não haja mais ambiguidade em torno do caminho para resolver a crise climática, ainda permanecem dúvidas: atingiremos a velocidade de progresso necessária para garantir um futuro gerenciável para a humanidade?”, questiona o CCAG.

Os pesquisadores alertam que os fundos prometidos até 2020, da ordem de US$ 100 bilhões, nunca se materializaram e dificilmente serão liberados até 2023, em um “golpe desastroso para a confiança entre as nações”. 

Já em relação à falha em compensar perdas e danos de países pobres, o grupo afirma que apesar de o documento final da COP26 ter estabelecido um cronograma para diálogo futuro sobre compensação, com garantia da inclusão do tema na agenda da próxima COP, houve fracasso em fornecer um caminho imediato para os países necessitados.

A urgência de compensar os países mais expostos aos danos causados pela crise climática ficou mais evidente no ano passado, à medida que o clima extremo devastou regiões com secas prolongadas e incêndios, invernos rigorosos, inundações e avanço do nível do mar.

Em um discurso emblemático durante a COP26, Simon Kofe, ministro das Relações Exteriores da ilha de Tuvalu, no Pacífico Sul, apareceu em vídeo, de terno e gravata, com água do mar até os joelhos, para destacar o impacto da mudança climática na nação insular.

A recusa de Estados Unidos e União Europeia de propostas de financiamento para perdas e danos agravou a crise de confiança, segundo os analistas.

“O que temos em mãos é uma quebra de confiança fundamental entre as nações ricas e pobres, com consequências catastróficas para o mundo. Sem uma recalibração das nações desenvolvidas sobre como abordam suas relações com os países mais pobres, mudanças na escala e no ritmo necessários para garantir o aquecimento global a 1,5 °C são quase impossíveis”, comenta David King, presidente do CCAG.

O relatório indica ainda uma estratégia tripla para resolver a crise climática:

  • Reduzir: As nações precisam triplicar suas promessas de corte de emissões urgentemente para fazer sua parte;
  • Remover: É preciso investimento crítico para desenvolver, pesquisar e dimensionar técnicas para remover gases de efeito estufa da atmosfera;
  • Reparar: Explorar e investigar métodos e tecnologias seguras que podem reparar peças de nossos sistemas climáticos danificados

Preços de crédito de carbono na Austrália atingem alta recorde.

Segundo a S&P Global Platts Analytics, um sentimento positivo pós-COP26 tem levado os preços a patamares recordes. A lógica dominante é a de que muitos países ou mesmo empresas que não tem acesso à fontes renováveis de energia, em grande escala, como é o caso do Brasil, terão que mitigar suas emissões através da compra de créditos de carbono. O Brasil atingiu a marca de 20,1 GW de energia eólica, no ultimo sábado ( 20/11), com a entrada de 45 MW liberados pela ANEEL, atingindo cerca de 11% da matriz elétrica. Muito relevante!

Energia Eólica

As unidades de crédito de carbono da Austrália, ou ACCUs, alcançaram um recorde de US$ 27,63/mtCO2e em 17 de novembro. Os preços subiram mais de 95% desde o início de julho, acompanhando a demanda global por créditos de carbono desde a segunda metade do ano. 

O país tem expandido os tipos de projetos elegíveis para gerar ACCUs, abrangendo cada vez mais novas tecnologias e métodos. O governo também implementou políticas para simplificar as práticas de registro e comercialização para reduzir as barreiras de entrada no mercado. 

Isso atrai agricultores locais para fornecer ACCUs de reflorestamento, sequestro de carbono do solo e outros métodos, dizem os analistas da Platts. Fonte: Diálogos da Transição-Epbr

Glasgow to be home to first-of-a-kind hydrogen storage project – A trailblazing hydrogen storage project near Glasgow has been backed by nearly £10 million in UK government funding.

O Governo Britânico acaba de anunciar um projeto pioneiro de estocagem de Hidrogênio Verde, na cidade de Glasgow, sede da CPO 26, no valor de 10 milhões de Libras, com fundos do Governo, com o objetivo de testar as tecnologias de armazenagem de Hidrogênio. O projeto Whitelee vai desenvolver o maior eletrolisador do Reino Unido, produzir e armazenar hidrogênio para abastecer os fornecedores locais de transporte com combustível zero carbono.
Desenvolvido pela ITM Power e BOC, em conjunto com a divisão de Hidrogênio da ScottishPower, a instalação será capaz de produzir de 2,5 a 4 toneladas de hidrogênio verde por dia, o suficiente para abastecer 225 ônibus que viajam entre Glasgow e Edimburgo.

Saiba mais :

A trailblazing hydrogen storage project near Glasgow has today been backed by nearly £10 million in UK government funding – helping create high-skilled jobs and drive progress towards decarbonising the UK transport sector.

Putting Scotland at the forefront of the UK’s clean energy transition and supporting the city’s ambition to become net zero by 2030, the £9.4 million cash boost will see the Whitelee green hydrogen project develop the UK’s largest electrolyser, a system which converts water into hydrogen gas as a way to store energy. It will be located alongside ScottishPower’s Whitelee Windfarm, the largest of its kind in the UK, and will produce and store hydrogen to supply local transport providers with zero-carbon fuel.

Developed by ITM Power and BOC, in conjunction with ScottishPower’s Hydrogen division, the state-of-the-art facility will be able to produce enough green hydrogen per day – 2.5 to 4 tonnes – that, once stored, could provide the equivalent of enough zero-carbon fuel for 225 buses travelling to and from Glasgow and Edinburgh each day.

Energy and Climate Change Minister Greg Hands said:

This first-of-a-kind hydrogen facility will put Scotland at the forefront of plans to make the UK a world-leading hydrogen economy, bringing green jobs to Glasgow, while also helping to decarbonise local transport – all immediately following the historic COP26 talks.

Projects like these will be vital as we shift to a green electricity grid, helping us get the full benefit from our world-class renewables, supporting the UK as we work to eliminate the UK’s contribution to climate change.

Secretary of State for Scotland Alister Jack said:

This tremendous investment at Whitelee Windfarm illustrates how serious the UK government is about supporting projects that will see us achieve net zero by 2050.

In the weeks following COP26 in Glasgow, it has never been more important to champion projects like this one, which embraces new hydrogen technology while creating highly-skilled jobs. We can, and will, achieve a greener, cleaner future.

The announcement follows COP26, the global climate change summit held in Glasgow earlier this month, and supports the city’s ambition to become net zero by 2030. The Whitelee project will be the UK’s largest power-to hydrogen energy storage project, using an electrolyser powered by the renewable energy from the Whitelee Windfarm. This will create green hydrogen, a zero-carbon gas that is produced via electrolysis (splitting) of water, using renewable power.

Graham Cooley, CEO of ITM Power Ltd, said:

We are very pleased to be a partner in Green Hydrogen for Scotland and this first project, Green Hydrogen for Glasgow, will see the deployment of the largest electrolyser to date in the UK.

Jim Mercer, Business President, BOC UK & Ireland said:

The Green Hydrogen for Glasgow project is both innovative and exciting. It will help to shape the future of energy storage and demonstrate the value of hydrogen to Scotland’s growing low-carbon economy. This project will accelerate development across multiple disciplines – from production and storage, to transportation and end use.

Barry Carruthers, ScottishPower Hydrogen Director, said:

This blend of renewable electricity generation and green hydrogen production promises to highlight the multiple ways in which society can decarbonise by using these technologies here and now.

Building on the government’s plans to make the UK a world-leading hydrogen economy and ensure the sector has the skilled workforce it needs, an additional £2.25 million in new government funding will support the development of hydrogen skills and standards in the UK.

This funding, under the Net Zero Innovation Portfolio, will see the British Standards Institution (BSI) develop technical standards for hydrogen products, and a consortium comprising Energy and Utility Skills and the Institution of Gas Engineers and Managers, will establish new standards and training specifications to facilitate the training of hydrogen gas installers.

The Whitelee project will propel the UK’s Green Industrial Revolution and create high-skilled jobs in Glasgow and at ITM Power’s location in Sheffield supporting green growth. It will also create opportunities across the country in the near term and set the groundwork for longer-term economic growth, with the expansion of hydrogen businesses across the UK underpinning high-quality green jobs, putting the UK at the forefront of this new international market.

Creditos: UK Gov. ( Press Release)

Acompanhamento da Crise Hídrica – Mais empresas preocupadas com a situação dos reservatórios, retorno do La Niña e desligamento prematuro das Térmicas.

“Conforme temos expressado neste blog, nada garante que chegaremos no final do período úmido com o nível dos reservatórios recuperados. Deveria haver uma análise mais profunda do regime de chuvas dos últimos 5 anos (e não 30 anos!) por parte do ONS, pois o clima está mudando. De nada adianta desligar agora e depois ter que despachar Térmicas mais caras no futuro. Deveríamos armazenar energia em forma de água nos reservatórios, de forma que a conta a ser paga pelos consumidores (igualmente iremos pagar se não chover!) seja de forma mais linear, e não de uma só vez como aconteceu em 2021” – Tulio Chipoletti

Mercurio Trading demonstra preocupação com desligamento de térmicas.

A comercializadora Mercurio Trading vem estudando o comportamento do clima nesta transição do período seco para o úmido e se mostra preocupada com a possibilidade de a sinalização positiva de outubro e da primeira metade deste mês levar as autoridades a se precipitarem no desligamento de térmicas que já vem ocorrendo.

A líder do Clima da Mercurio, Gyslla Vasconcelos, admite que há uma tendência de um período úmido razoável no subsistema Sudeste/Centro-Oeste (SE/CO), responsável por cerca de 70% da capacidade de armazenamento do SIN, mas recomenda cautela.

Segundo ela, é preciso estudar com atenção para definir se vai ser preciso manter as flexibilizações de bacias implantadas a partir de julho deste ano e uma gestão equilibrada para que não cheguemos ao período seco de 2022 com os reservatórios deplecionados como aconteceu este ano.

Para Vasconcelos, “é preciso manter os despachos de térmicas por garantia energética” mesmo que os modelos computacionais digam o contrário. Toda essa preocupação está associada à situação ainda crítica dos reservatórios do SE/CO, apesar da melhoria recente, e de o fenômeno La Niña, que reduz as precipitações no Sul e Sudeste, estar de volta como no ano passado, ainda que mais fraco.

No último domingo (21/11), os reservatórios do SE/CO estavam com 19,33% da capacidade, melhor do que os 16,62% de 01/10, mas ainda abaixo dos 19,90% de 21/11 do ano passado. Com La Niña fraca – esfriamento das águas do Pacífico Equatorial entre -0,5 e -1,0 grau –, a meteorologista disse que o período úmido será melhor do que o de 2020/2021, mas certamente não haverá um “super período úmido”, necessário para uma recuperação robusta dos reservatórios.

No dia 12/11 passado, o ONS foi autorizado pelo CMSE a reduzir a geração térmica fora da ordem de mérito como forma de reduzir a pressão sobre os preços da energia.

Embora entenda que as medidas tomadas pelo governo, associadas à ajuda de São Pedro em outubro, evitaram o pior no período seco que está terminando, Eduardo Faria, sócio-diretor da Mercurio, adverte que 2021 foi um aprendizado para que não se repitam certos erros em 2022, como o desligamento de térmicas feito em fevereiro, obedecendo as sinalizações dos modelos.

Créditos: Energia Hoje. Imagem Click Petróleo e Gás.

Brasil se destaca na COP26 após anunciar nova usina nuclear no plano decenal de energia.

08/11/21

O Brasil, de forma responsável e diligente com os recursos públicos, precisa terminar a construção de Angra 3 , com capacidade de 1.045 MW, onde já foram investidos muito dinheiro. Angra 3 tem previsão de entrada em operação no fim de 2026 e vai gerar mais de 10 milhões de megawatts (MWh) por ano, energia suficiente para atender em torno de 6 milhões de residências. O BNDES destacou que, “além disso, como se trata de geração sem dependência de condições climáticas, a usina contribuirá para o aumento da confiabilidade do Sistema Interligado Nacional (SIN)”, informou a Agencia Brasil.

Leia matéria completa em Petróleo Notícia. Imagem obtida no site da Eletrobrás.